Sexta-feira, 29 de Junho de 2007

Liberdade de Expressão, onde? Democracia ou Nova Ditadura? Foi a PIDE, Ficaram os Bufos?

 

     Passados que estão 33 anos, desde que se deu o 25 de Abril continuo apenas a saber sobre esta Revolução o pouco que me ensinaram em história e os relatos familiares de perseguições , censura e tortura.

     Ainda hoje, muitos defensores de 25 de Abril exclamam: "não se podia falar", "não havia liberdade de expressão", "hoje são uns privilegiados ", "nós vivemos no tempo da ditadura e vocês não"....... e muito mais! Eu não digo que estas vozes não tenham razão, mas vejo-me obrigado a perguntar: ONDE ESTÁ A LIBERDADE DE EXPRESSÃO? JÁ ACABOU A DITADURA?

     Pergunto isto, apenas e só, porque ultimamente temos sido bombardeados por exonerações, afastamentos e até processos crime contra pessoas que mais não fazem, que manifestar a sua opinião, mais que não seja através de pequenas piadas ou até pequenos comentários com os "amigos"!

     Nos últimos tempos, assim de repente lembro-me de um professor deposto no Norte por uma "piada", um bloguista com queixa crime por dar a sua opinião no seu blog, outra por divulgar o nome do primeiro ministro no caso freeport e a mais recente, da directora de um centro de saúde exonerada por não retirar um comentário "jocoso"!

     Todos eles, na minha opinião, vitimas de perseguição e represálias por fazerem uso da sua tão aclamada liberdade de expressão, ganha precisamente no dia 25 de Abril de 1974.

     Agora, o que se começa a notar cada vez mais é que em Portugal, quem criticar Governantes ou superiores está f ..... lixado!

     Ponto fundamental algures aqui pelo meio, foi-se a PIDE, ficamos com os BUFOS (Burros Unidos Fortificados por Ordens Superiores)! Estereotipo geral: burros que nem uma porta, com uma cor política (ou mais), pensamento induzido por terceiros e fazem de tudo para subir na vida (bufar principalmente)! Ah e o mais importante: quando muda o poder, mudam de "casaco"!

     Em resumo e na minha opinião vivemos numa pura DITADURA, em que temos a censura e a perseguição de quem não concorda e ainda a posterior "tortura", que pode não ser física mas dói .

     Enquanto escrevia questionava-me: toco na minha ferida ou não? E não resisto, há um ano atrás escrevi um artigo sobre uma entidade pública de Silves, expressando o que eu, na qualidade de munícipe , achava serem maus vícios e gestão públicos. Caiu o Carmo e a Trindade, mas sem me atingirem directamente e com muita cobardia lá foram para "terceiros".   

     Desde essa altura que vi que para quem tem poder uma critica nunca é positiva , porque um "poderoso" nunca erra, faz menos bem!

    

Sobre este assunto um abraço para o null processado!

sinto-me: envergonhado pelo meu pais
publicado por William Wallace às 17:01
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Quinta-feira, 14 de Junho de 2007

O QUE É A GLOBALIZAÇÃO?

Boas

Pergunta: Qual é a mais correcta definição de Globalização?
Resposta: Morte da Princesa Diana.

Pergunta: Como?
Resposta:
Uma princesa inglesa com um namorado egípcio tem um acidente de carro num túnel francês, num carro alemão com motor holandês, conduzido por um belga, bêbado de whisky escocês, que era seguido por paparazzis italianos, em motos japonesas; a princesa foi tratada por um médico americano, que usou medicamentos brasileiros e isto está a ser enviado por um
português, usando tecnologia de Bill Gates, e você provavelmente estará a ler isto num clone da IBM que usa chips feitos em Taiwan, e num monitor coreano montado por trabalhadores do Bangladesh numa fábrica de Singapura, transportado em camiões conduzidos por indianos, roubados por indonésios, descarregados por pescadores sicilianos, re-empacotado por mexicanos, numa firma dum emigrante espanhol e finalmente vendido a ti por judeus.

Isto é, caros amigos, GLOBALIZAÇÃO!

publicado por William Wallace às 11:02
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Segunda-feira, 4 de Junho de 2007

Espetacular!

Julgo que este "escritor" dá qui com este texto uma lição de "educação" à nossa Ministra da Justiça!

Ora apreciem a notícia do JN de hoje:

 

"Omenagem à hortografia



Depois dixto, apratir de oje e como pratilho sem por cento de ideias com o autor, deichrei de colocar virgulas, assentos e s de cedilha neste blog!

Infelismente xego a conclusao que parte do que prendi em portugues foí em vao e que pderia ter tide melhores notas, se nao me corijiçem os eros ortograficos!

Um Abraco!

Francisco José Viegas, Escritor

Asenhora menistra da Educação açegurou ao presidente da República que, em futuras provas de aferissão do 4.º e do 6.º anos de iscolaridade, os critérios vão ser difrentes dos que estão em vigor atualmente. Ou seja os erros hortográficos já vão contar para a avaliassão que esses testes pretendem efetuar. Vale a pena eisplicar o suçedido, depois de o responçável pelo gabinete de avaliassões do Menistério da Educação ter cido tão mal comprendido e, em alguns cazos, injustissado. Quando se trata de dar opiniões sobre educassão, todos estamos com vontade de meter o bedelho. Pelo menos.

Como se sabe, as chamadas provas de aferissão não são izames propriamente ditos limitão-se a aferir, a avaliar - sem o rigôr de uma prova onde a nota conta para paçar ou para xumbar ao final desses ciclos de aprendizagem. Servem para que o menistério da Educação recolha dados sobre a qualidade do encino e das iscólas, sobre o trabalho dos profeçores e sobre as competênssias e deficiênçias dos alunos.

Quando se soube que, na primeira parte da prova de Português, não eram levados em conta os erros hortográficos dados pelos alunos, logo houve algumas vozes excandalisadas que julgaram estar em curso mais uma das expriências de mudernização do encino, em que o Menistério tem cido tão prodigo. Não era o caso porque tudo isto vem desde 2001. Como foi eisplicado, havia patamares no primeiro deles, intereçava ver se os alunos comprendiam e interpetavam corretamente um teisto que lhes era fornessido. Portantos, na correção dessa parte da prova, não eram tidos em conta os erros hortográficos, os sinais gráficos e quaisqueres outros erros de português excrito. Valorisando a competenssia interpetativa na primeira parte, entendiasse que uma ipotetica competenssia hortográfica seria depois avaliada, quando fosse pedido ao aluno que escrevê-se uma compozição. Aí sim, os erros hortográficos seriam, digamos, contabilisados - embora, como se sabe, os alunos não sejam penalisados: á horas pra tudo, quer o Menistério dizer; nos primeiros cinco minutos, trata-se de interpetar; nos quinze minutos finais, trata-se da hortografia.

Á, naturalmente, um prublema, que é o de comprender um teisto através de uma leitura com erros hortográficos. Nós julgáva-mos, na nossa inoçência, que escrever mal era pensar mal, interpetar mal, eisplicar mal. Abreviando e simplificando, a avaliassão entende que um aluno pode dar erros hortográficos desde que tenha perssebido o essencial do teisto que comenta (mesmo que o teisto fornessido não com tenha erros hortográficos). Numa fase posterior, pedesse-lhe "Então, criançinha, agora escreve aí um teisto sem erros hortográficos." E, emendando a mão, como já pedesse-lhe para não dar erros, a criancinha não dá erros.

A questão é saber se as pessoas (os cidadões, os eleitores, os profeçores, "a comonidade educativa") querem que os alunos saião da iscóla a produzir abundãnssia de erros hortográficos, ou seja, se os erros hortográficos não téêm importânssia nenhuma - ou se tem. Não entendo como os alunos podem amostrar "que comprenderam" um teisto, eisplicando-o sem interesar a cantidade de erros hortográficos. Em primeiro lugar porque um erro hortográfico é um erro hortográfico, e não deve de haver desculpas. Em segundo lugar, porque obrigar um profeçor a deixar passar em branco os erros hortográficos é uma injustiça e um pressedente grave, além de uma desautorizassão do trabalho que fizeram nas aulas. Depois, porque se o gabinete de avaliassão do Menistério quer saber como vão os alunos em matéria de competenssias, que trate de as avaliar com os instromentos que tem há mão sem desautorisar ou humilhar os profeçores.

Peçoalmente, comprendo a intensão. Sei que as provas de aferissão não contam para nota e hádem, mais tarde, ser modificadas. Paço a paço, a hortografia háde melhorar.

Francisco José Viegas escreve no JN, semanalmente, às segundas-feiras"
publicado por William Wallace às 08:13
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